Baleia ficou doente
Sua pele estava escura
Estava toda inchada
Não tinha mais cura
Sofria muito a coitada
Fabiano resolve mata-la
Sinhá Vitória achou precipitada
Afinal não estava louca
Mas não havia escolha
O que aconteceria à cachorra
Se sofria de hidrofobia
O que fazer já se sabia
A pata traseira de Baleia
A carga atingiu
Arrastando-se em três delas
Para trás da moita fugiu
Ficou ali escondida
Sentindo-se só e traída
Baleia cansada os olhos abriu
Foi quando em sua frente viu
O objeto ameaçador
Fabiano parecia um caçador
Ela o morderia mas desistira
Pois a ele pertencia
Baleia só queria dormir
Para quando os olhos abrir
Acordar rodeada de preás
E então, feliz e em paz
De Fabiano lamber a mão
Com as crianças rolar pelo chão
Geise, Cláudia, Camila, Iracema, Thaís, Gilvânia (8ªC)
Atividade - de 01 a 13 de setembro
Há 17 anos

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